Vôlei

O Uniforme no Vôlei Feminino: Funcionalidade e Estilo nas Quadras

O Uniforme no Vôlei Feminino: Funcionalidade e Estilo nas Quadras

Jogadora de Vôlei no serviço - Foto Keith Johnston

Atleta de vôlei no *serviço (*saque de bola) – Foto de Keith Johnston

No universo do vôlei, o uniforme e os acessórios desempenham um papel crucial que vai além da aparência. Esses itens são projetados para assegurar o conforto, aprimorar o desempenho e oferecer proteção durante as partidas. Desde a composição do uniforme até os acessórios mais simples, tudo é pensado para que as jogadoras tenham liberdade de movimento e segurança. A seguir, exploramos os elementos essenciais do uniforme no vôlei feminino e algumas curiosidades.

Uniforme de Jogo

O uniforme das atletas de vôlei inclui três peças principais: top ou camiseta, short e tênis. Cada item é projetado para atender às exigências do esporte:

  • Top ou Camiseta: As jogadoras frequentemente utilizam tops ajustados ou camisetas sem manga, fabricados com tecidos tecnológicos anti-suor e favorecem a elasticidade. Isso permite movimentos amplos e confortáveis para ações como bloqueios e saques. Em algumas situações, especialmente em climas mais frios, jogadoras optam por camisas de manga longa, que protegem contra atritos e ajudam na manutenção da temperatura muscular.
Volleyball - Manguito - Saque - Foto Tania Van den Berghen

Atleta de manguito no serviço – Foto de Tania Van den Berghen

  • Shorts: A modelagem dos shorts no vôlei feminino prioriza a liberdade de movimento, com um ajuste justo que evita incômodos durante as jogadas mais intensas. O design e as cores seguem o padrão do time, criando uma identidade visual coesa.
  • Tênis: Essenciais para o desempenho e a segurança, os tênis de vôlei possuem solados aderentes, amortecimento eficaz e reforço nos tornozelos, garantindo estabilidade durante saltos e movimentos rápidos.

Acessórios de Proteção e Complementos

Pinheiros volei feminino vs Sesc RJ Flamengo - Fonte Adriano Fontes CRF

Pinheiros vs Sesc RJ Flamengo – Fonte: Adriano Fontes CRF – Foto Site: Esporte Clube Pinheiros, acesse clicando aqui.

Além do uniforme básico, as jogadoras contam com acessórios que oferecem proteção extra e incrementam o desempenho.

  • Joelheiras: Muito utilizadas por conta do constante contato com o solo, as joelheiras protegem os joelhos contra impactos e lesões. Confeccionadas em materiais flexíveis, como neoprene, são projetadas para conforto e segurança.
  • Manguitos e Meias Longas: Os manguitos cobrem os braços, reduzindo atritos com o chão e protegendo a pele contra pancadas. Já as meias compridas oferecem compressão, protegem a musculatura e ajudam a evitar escoriações em quedas.
meias-volei-girls-western-pa.

Meias usadas por atletas de vôlei durante uma partida na Western Pennsylvania School for the Deaf, Edgewood, PA. Foto de daveynin, disponível sob a licença Creative Commons Attribution 2.0, via Wikimedia Commons.

  • Munhequeiras e Protetores Bucais: As munhequeiras auxiliam no conforto dos punhos e absorvem o suor. Protetores bucais, por sua vez, são opcionais, mas oferecem segurança extra para jogadoras que têm histórico de lesões dentárias.
  • Faixas de Cabelo: Para muitas atletas, manter o cabelo longe dos olhos é indispensável, e as faixas de cabelo cumprem esse papel com eficiência, sem interferir no visual.

A Evolução dos Uniformes

Equipe feminina de vôlei indoor da Grécia usando uniforme de biquíni - Foto de Rabithare

Foto antiga de mais de 20 anos, da equipe feminina de vôlei da Grécia usando uniforme tipo maiô. Naquela época, várias equipes também usavam calcinha e regata justa como uniforme. Com o tempo, a transição para shorts e camisetas no vôlei feminino começou a ganhar força nos anos 1990 e se consolidou após os anos 2000, assim os uniformes evoluíram para shorts e camisetas. Foto de Rabithare, disponível sob a licença Creative Commons Attribution-Share Alike 4.0, via Wikimedia Commons.

Os uniformes do vôlei feminino passaram por mudanças significativas ao longo das décadas. No passado, era comum roupas menores e mais reveladoras, como maiôs e calcinhas. Porém, com o tempo, shorts curtos e camisetas tomaram conta das quadras, oferecendo mais liberdade e funcionalidade.

Linha do tempo do uniforme no vôlei feminino:

  • Décadas de 1960 e 1970: Uniformes simples, muitas vezes incluindo saias.
  • Anos 1980 e 1990: Predomínio de maiôs e regatas justas, popularizados pela visibilidade crescente do esporte.
  • A partir dos anos 2000: Adoção dos shorts e camisetas modernas, focados no equilíbrio entre conforto, performance e estética.

Essa evolução reflete tanto o avanço das tecnologias têxteis quanto uma mudança no foco do esporte, priorizando a funcionalidade e o respeito às preferências das atletas.

Considerações

Baldwin_Wallace_Yellow_Jackets_Volleyball

Foto de Baldwin Wallace Yellow Jackets Volleyball, tirada por Erik Drost (conheça Erik Drost aqui) disponibilizada sob a licença Creative Commons Attribution 2.0. Fonte Wikimedia:

O uniforme e os acessórios no vôlei feminino não são apenas itens de vestuário; eles representam um equilíbrio entre inovação, segurança e estilo. Com o apoio de tecnologias modernas, as jogadoras podem se concentrar em seu desempenho sem se preocupar com desconfortos ou limitações.

As mudanças contínuas nos designs demonstram como o esporte se adapta às demandas das atletas, garantindo que cada peça contribua para que elas se sintam confiantes e preparadas para alcançar seus melhores resultados em quadra.

Baldwin_Wallace_Yellow_Jackets_Volleyball_(1)

Foto de Baldwin Wallace Yellow Jackets Volleyball, tirada por Erik Drost (conheça Erik Drost aqui) disponibilizada sob a licença Creative Commons Attribution 2.0. Fonte: Wikimedia

Artigo do Site Vôlei Feminino, clique aqui e acesse muito mais artigos, informativos e galerias.

Baldwin_Wallace_Yellow_Jackets_Volleyball

Foto de Baldwin Wallace Yellow Jackets Volleyball, tirada por Erik Drost (conheça Erik Drost aqui) disponibilizada sob a licença Creative Commons Attribution 2.0. Fonte Wikimedia:

Posted by Volei Feminino in Artigo, 0 comments
Conheça as Posições e Funções das Jogadoras no Vôlei

Conheça as Posições e Funções das Jogadoras no Vôlei

O voleibol é um esporte que exige habilidades específicas para cada posição em quadra. Entender essas posições ajuda a reconhecer o papel de cada jogadora durante o jogo e a dinâmica da equipe como um todo. Além das atletas, o staff também desempenha um papel essencial no desempenho do time. Confira a seguir as principais posições e suas funções!

1. Ponteira

"Bloqueio

A ponteira é uma das jogadoras mais versáteis e essenciais do time, pois precisa estar preparada para atacar, defender e receber passes com eficiência. Ela joga principalmente na posição 4, na entrada da rede, à esquerda da quadra, de onde realiza a maioria dos ataques. Além de ser uma finalizadora de jogadas próximas à rede, a ponteira contribui significativamente na recepção do saque adversário, muitas vezes iniciando as jogadas do time.

Uma ponteira de destaque é conhecida como “ponteira-passadora”, ou seja, uma jogadora que não só é forte no ataque, mas também segura e ágil na recepção. Esse equilíbrio de habilidades faz da ponteira uma das posições mais difíceis do vôlei, pois é preciso não apenas potência nos ataques, mas também habilidade para lidar com as variações do jogo.

O time costuma ter duas ponteiras, que se alternam nas rotações para garantir que sempre haja uma opção sólida de recepção e ataque em todas as fases do jogo. Dessa forma, uma delas estará sempre na rede enquanto a outra cobre o fundo, proporcionando equilíbrio entre defesa e ataque.

2. Oposto

Foto por Steve Carmichael - Jogos do Canadá - licenciada sob CC BY 2.0

Foto: Steve Carmichael durante os Jogos de Verão do CanadáFonte: Steve Carmichael – Women’s Volleyball-8043

A oposta é a jogadora posicionada no lado oposto à levantadora e uma das principais atacantes do time. Sua área de atuação na rede é a posição 2 (lado direito), conhecida como “saída de rede”. Ela realiza ataques potentes e rápidos, sendo um dos pilares ofensivos da equipe. Além de atacar a partir da rede, a oposta também é uma opção de ataque no fundo da quadra, principalmente na posição 1, onde pode saltar para atacar antes da linha dos três metros.

Diferente da ponteira, que costuma também participar da recepção e defesa, a oposta foca mais no ataque e bloqueio. No início do jogo, há geralmente uma oposta e duas ponteiras no time, o que cria equilíbrio entre as habilidades de recepção e ataque. A oposta é, portanto, uma posição estratégica e de muita responsabilidade ofensiva.

3. Central (ou Meio de Rede)

Recepção de bola no jogo Seccional em Roanoke, Illinois – Wikimedia - Licença: Creative Commons Attribution 2.0 – Créditos: Todd Ryburn, Bloomington, IL, Estados Unidos.jpg

Recepção de bola no jogo Seccional em Roanoke, IL, Illinois – WikimediaLicença: Creative Commons Attribution 2.0 – Créditos: Todd Ryburn, Bloomington, IL, Estados Unidos.

A central, também conhecida como meio de rede, ocupa uma posição estratégica no centro da rede, sendo uma das jogadoras mais importantes em termos de defesa e ataque rápido. A principal função da central é bloquear os ataques adversários, especialmente os de ponteiras e opostas, e realizar ataques rápidos e curtos, conhecidos como “primeiro tempo”, próximos à rede. Esses ataques exigem velocidade e precisão, já que a central deve se posicionar de forma ágil para pegar as bolas antes que o time adversário tenha tempo de reagir.

A central é frequentemente a jogadora mais alta da equipe, o que ajuda tanto no bloqueio quanto nos ataques à rede. Seu papel defensivo é crucial, pois ela atua como a principal linha de resistência contra as jogadas de ataque do adversário. Além de bloquear, a central também tem a responsabilidade de se antecipar e fechar os espaços da rede, tornando-se uma das jogadoras mais temidas pela equipe adversária.

As posições no vôlei são numeradas de 1 a 6, com a rotação acontecendo no sentido horário após cada ponto. A posição 3, onde a central se posiciona, está no meio da rede, enquanto as outras posições envolvem ataque e defesa. Durante a rotação, a central alterna entre a linha de ataque e defesa.

4. Levantadora

Fonte Baldwin Wallace Yellow Jackets Volleyball – Licença Creative Commons – Descrição Foto do time Baldwin Wallace Yellow Jackets Volleyball – Créditos Erik Drost

Licença Creative Commons – Wikimedia – Descrição: Foto do time Baldwin Wallace Yellow Jackets Volleyball – Créditos: Erik Drost

A levantadora é o “cérebro” do time, responsável por armar as jogadas e distribuir o jogo para as atacantes. Ela costuma jogar na posição 3 (centro da quadra, na frente) e também na posição 1 (fundo, à direita), onde faz a segunda bola, dando ritmo e inteligência às jogadas. A levantadora precisa ter uma leitura precisa do jogo, tomando decisões rápidas sobre qual jogadora receberá o passe, sempre visando o melhor momento para o ataque.

A técnica mais utilizada pela levantadora é o toque, mas também pode levantar a bola de manchete, dependendo da situação. O Brasil se tornou referência mundial na posição de levantadora, com grandes nomes como Fernanda Venturini, Fofão, Roberta Silva e Macris, que se destacaram não só no cenário nacional, mas também internacionalmente.

5. Líbero

Cynthia Barboza da Seleção Feminina de Vôlei dos EUA - Fonte Defense Imagery - Créditos: Rachel Boettcher, U.S. Air Force - Link direto Cynthia Barboza da Seleção Feminina de Vôlei dos EUA - FonteDefense Imagery- Créditos:Rachel Boettcher, U.S. Air Force - Link diretoCynthia Barboza - Wikimedia Commons

Cynthia Barboza da Seleção Feminina de Vôlei dos EUA – Fonte: Defense Imagery – Créditos: Rachel Boettcher, U.S. Air Force – Link direto Cynthia Barboza – Wikimedia Commons.

O líbero é uma jogadora defensiva que se destaca pela habilidade de recepção e defesa de bolas de ataque. Ela atua apenas na linha de fundo, nas posições 1, 5 e 6 da quadra, sendo especializada em cobrir a defesa contra ataques adversários e facilitar a recepção de saque para a levantadora. Com uma camisa de cor diferente das demais jogadoras, a líbero é a especialista em manter a bola em jogo, mas não pode fazer saques, ataques nem bloquear, e deve sempre garantir que a bola passe abaixo do bordo superior da rede ao realizar um ataque.

A função principal do líbero é a defesa, e para isso, ela deve ter agilidade e velocidade de reação, para assim conseguir se posicionar rapidamente e realizar defesas precisas. Para melhorar essas habilidades, ela pode fazer exercícios como escaladas de agilidade, mudanças rápidas de direção, exercícios de salto e passes contra a parede.

No time, ela pode substituir qualquer jogadora da linha de fundo. A líbero é fundamental para garantir a estabilidade defensiva da equipe, permitindo que as levantadoras tenham mais opções de jogadas e que os ataques adversários sejam neutralizados.

6. Staff Técnico

Sofya Kuznetsova - Fonte: Canal YT @CuneoGrandaVolley

Sofya Kuznetsova – Fonte do jogo: Canal YT @CuneoGrandaVolley – A Russa Sofya contratada pelo Dentil Praia Clube a melhor ponteira da Superliga Feminina, além de ser a maior pontuadora da competição 2024.

O staff é composto por profissionais que ajudam a equipe a manter o melhor rendimento em quadra. Os principais são:

  • Treinador: responsável pela estratégia, táticas de jogo e preparação da equipe. Ele observa o desempenho das atletas e faz ajustes durante a partida.
  • Assistente Técnico: auxilia o treinador, oferecendo apoio na análise de jogo e no preparo técnico e tático das jogadoras.
  • Preparador Físico: cuida do condicionamento físico das atletas, garantindo que estejam bem preparadas para suportar o ritmo das partidas.
  • Fisioterapeuta: trabalha na prevenção e recuperação de lesões, garantindo que as jogadoras mantenham a saúde física para os treinos e jogos.
  • Estatístico: analisa dados e estatísticas do jogo para auxiliar na tomada de decisões e identificar padrões ou pontos de melhoria para o time.

Cada posição tem seu papel crucial para a estrutura de um time de vôlei. Desde a potência da oposta e da ponteira até a inteligência tática da levantadora e a resistência da líbero, todas contribuem para o sucesso da equipe. O staff técnico, por sua vez, é essencial para dar suporte e garantir que cada jogadora esteja em sua melhor forma física e mental.

Resumo

  • Ponteira: Jogadora versátil que atua nas posições 4 e 5, sendo responsável tanto pelo ataque quanto pela defesa. Participa ativamente da recepção e finalização de jogadas.
  • Oposto: Posicionada na posição 2, é a principal atacante da equipe. Sua principal função é marcar pontos, atacando principalmente da saída de rede.
  • Central: Posicionada na posição 3, é responsável pelo bloqueio e pelos ataques rápidos perto da rede. Normalmente, é a jogadora mais alta do time.
  • Levantadora: Atuam nas posições 3 e 1, sendo a “cérebro” do time. Responsável por armar as jogadas e distribuir o jogo para as atacantes.
  • Líbero: Atua exclusivamente nas posições 5 e 6, na linha de fundo, focando em recepção e defesa. Não pode atacar nem bloquear, mas tem papel essencial para manter a bola em jogo.

Em uma quadra de vôlei, cada time é composto por seis jogadoras. Embora as funções variem, todas as posições são essenciais para a estratégia do time, e a interação entre elas é fundamental para o sucesso da equipe.

Artigo do site: vôleifeminino.com.br

Alguma dúvida ou algo a acrescentar? Fale Comigo pelo site ou no e-mail: [email protected]
Posted by Volei Feminino in Artigo, 2 comments
Vôlei Feminino Série C: A Porta de Entrada para o Voleibol

Vôlei Feminino Série C: A Porta de Entrada para o Voleibol

Superliga Feminina de Vôlei Série C

Ceará vôlei - Foto Samuel Felix - Ceará SC 2023

Ceará vôlei – Foto Samuel Felix – Ceará SC 2023 – Instagram oficial do Ceará Vôlei, clique aqui Ig.cearavolei

A Superliga Feminina de Vôlei Série C é a terceira divisão do voleibol profissional feminino no Brasil e representa um ponto de partida essencial para clubes que buscam destaque no cenário nacional. Criada com o objetivo de fortalecer a base e ampliar o acesso de equipes de diversas regiões do país ao campeonato, a Superliga C permite que novos talentos e projetos emergentes tenham espaço para competir no cenário nacional.

Estrutura da Competição

A Superliga C funciona como uma etapa classificatória para a Superliga B, a segunda divisão. Normalmente, a Série C é realizada em um curto espaço de tempo e em formato de torneios regionais, com sede em diferentes cidades, promovendo a descentralização e facilitando o acesso dos times participantes. As equipes que se destacam nessa competição podem ganhar o direito de disputar a Série B na temporada seguinte, aumentando suas chances de alcançar a elite do voleibol nacional.

Participação e Importância

Nucleo Vôlei Ilha - Sampaio NVI - Equipe de Vôlei Feminino Série C (Maranhão) - Foto Instagram oficial Sampaio NVI (nucleovolei_ilha clique aqui para acessar.)

Nucleo Vôlei Ilha – Sampaio NVI (Maranhão) – Foto Instagram oficial Sampaio NVI (nucleovolei_ilha clique aqui para acessar.)

A Série C é composta por equipes emergentes, que podem incluir projetos sociais, times de empresas e iniciativas municipais e estaduais. Isso proporciona oportunidades para jogadoras e técnicos que desejam se desenvolver e construir carreiras no esporte. Além disso, a competição é uma excelente vitrine para atletas jovens que buscam se destacar e serem observadas por olheiros e treinadores da Superliga A e B.

Como Funciona a Classificação

Os campeonatos regionais da Série C têm formato de “mata-mata” ou fases de grupos, dependendo da quantidade de equipes participantes. Os melhores colocados de cada região avançam para a fase seguinte até que os campeões das etapas se qualifiquem para disputar a Série B. Esse sistema é importante para equilibrar a competição e dar visibilidade a times de diferentes partes do país, promovendo a diversidade no voleibol.

Série D: Existe ou é um Mito?

Pinhalense/Zagonel Voleibol - Fonte: Instagram Oficial - Pinhalensevoleibol clique aqui e acesse.

Pinhalense/Zagonel – Santa Catarina – Fonte: Instagram Oficial – Pinhalensevoleibol clique aqui e acesse.

Atualmente, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) não possui uma Série D na estrutura oficial de campeonatos. Porém, existem diversas ligas e campeonatos regionais amadores que desempenham um papel semelhante, permitindo que equipes em nível iniciante possam se organizar e competir. Esses torneios locais muitas vezes servem como uma base para os times que, com o tempo e investimento, conseguem subir para competições oficiais da CBV, como s série C, por exemplo.

A Superliga Feminina de Vôlei Série C é um passo importante para o desenvolvimento do voleibol feminino no Brasil. Ela não apenas fortalece a base do esporte, como também incentiva a formação de novos times e o surgimento de talentos regionais. Com o crescimento da popularidade do voleibol no país, espera-se que, no futuro, a estrutura continue evoluindo para abrir ainda mais espaço para novos projetos.

Equipe Campeã da Superliga Feminina Série C 2024

A equipe Pinhalense/Zagonel, de Santa Catarina, foi coroada campeã da Superliga C feminina de vôlei de 2024, garantindo assim o acesso à Superliga B para a temporada de 2025. Este título foi conquistado após uma série de cinco jogos impecáveis realizados em Pato Branco, Paraná, nos quais a equipe venceu todas as partidas por 3 sets a 0. Com essa vitória, elas asseguraram a vaga com uma rodada de antecedência, demonstrando um desempenho consistente e de alto nível.

A conquista marca um importante avanço para a Pinhalense/Zagonel, que agora pode se preparar para enfrentar o nível competitivo da Superliga B no próximo ano.

Times Superliga Feminina de Vôlei Série C em 2024:

Paineiras do Morumby - Fonte: Instagram Oficial paineirasvoleyfem clique aqui para acessar

Paineiras do Morumby – São Paulo – Fonte: Instagram Oficial paineirasvoleyfem clique aqui para acessar

  1. ACE/CD Esportivo – Amapá
  2. AVT Vôlei – Amapá
  3. Ferroviário Atlético Clube – Rondônia
  4. MM RB/Liga Acreana – Acre
  5. Tuna Luso/Maple – Pará
  6. CC3 Sport Clube – Ceará
  7. Ceará Vôlei – Ceará
  8. CRB Vôlei (Clube de Regatas Brasil) – Alagoas
  9. Sampaio/NVI – Maranhão
  10. Ascade – Distrito Federal
  11. Campo Grande Vôlei – Mato Grosso do Sul
  12. Lona Voleibol – Goiás
  13. Mais Vôlei Brasília – Distrito Federal
  14. Brasiliense Vôlei – Distrito Federal
  15. Real Brasiliense – Distrito Federal
  16. Vila Nova/Universo – Goiás
  17. Clube Paineiras do Morumby – São Paulo
  18. Volêi Nova Geração Pouso Alegre – Minas Gerais
  19. Vôlei Louveira – Rio de Janeiro
  20. Realizar Santos Fupes – São Paulo
  21. Flamengo – Rio de Janeiro
  22. ACE/Open Sports
  23. Foz do Iguaçu/SMEL – Paraná
  24. Juventus Teutônia – Rio Grande do Sul
  25. Londrina Vôlei – Paraná
  26. Pato Vôlei – Paraná
  27. Pinhalense/Zagonel – Santa Catarina
  28. Vôlei Marechal/Martin Luther – Paraná

Artigo do site Volei Feminino, clique aqui e acesse.

Alguma dúvida ou algo a acrescentar? Envie um e-mail para: [email protected]
Posted by Volei Feminino in Artigo, 2 comments
Superliga Feminina de Vôlei Série B 2024/2025: Tudo o que você Precisa Saber

Superliga Feminina de Vôlei Série B 2024/2025: Tudo o que você Precisa Saber

Superliga Feminina de Vôlei Série B 2024/2025 – Competição em Andamento

Recife Vôlei Superliga Feminina Serie-B

Recife Vôlei Superliga Feminina Serie-B

A Superliga Feminina de Vôlei Série B é um dos principais torneios de voleibol do Brasil, servindo como uma ponte para equipes que buscam o acesso à elite do voleibol feminino nacional, a Superliga A. Nesta edição, a competição reúne times de várias regiões, oferecendo grandes jogos e a chance de conquistar duas vagas para a primeira divisão.

Formato da Competição

Na temporada 2024/2025, a Superliga B conta com um formato de turno único, onde todas as equipes se enfrentam uma vez. Ao final dessa fase, as quatro melhores classificadas avançam para as semifinais. Os dois finalistas, além de disputarem o título da Série B, garantem uma vaga na Superliga A da temporada seguinte. Esse formato aumenta a competitividade e dá espaço para equipes emergentes mostrarem seu potencial.

Equipes Participantes e Destaques

Vôlei Natal Feminina Superliga Série B

Vôlei Natal Superliga Feminina Série B

A competição deste ano conta com a presença de times tradicionais e emergentes. Entre as equipes que vêm se destacando estão:

  • Mackenzie Cia. do Terno: Invicto nas primeiras rodadas, o time de Belo Horizonte apresenta um elenco experiente, contando com a liderança da ex-campeã olímpica Sassá.
  • Abel Moda/Brusque: Recém-rebaixado da Superliga A, o time catarinense busca o retorno à elite.
  • Curitiba Vôlei: Outro time que também figura entre os favoritos.

Essas equipes têm mostrado consistência em quadra, garantindo boas colocações nas rodadas iniciais​.

Talentos Jovens e Regras Específicas

Para promover o desenvolvimento de novos talentos, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) estabelece que cada equipe inscreva no mínimo duas atletas sub-21 e duas sub-23. Isso cria oportunidades para jovens jogadoras ganharem experiência e mostrarem seu talento em uma competição de alto nível.

Conpetição em Andamento

Atualmente, a Superliga Feminina Série B 2024/2025 ainda está em andamento, com 16 equipes confirmadas participando do torneio. As equipes que já garantiram sua participação são: São Caetano-SP, Irati-PR, Curitiba-PR, Chapecó-SC, Recife Vôlei-PE, Sorocaba-SP, Tijuca-RJ e Natal-RN… Embora a competição tenha uma expectativa de contar com 14 equipes em uma próxima edição, nesta edição, 16 times estão competindo.

O formato atual da Superliga B feminina inclui um sistema em que as equipes competem em um turno único, e as quatro melhores avançam para as semifinais. Os jogos estão acontecendo, e as equipes estão lutando por duas vagas na Superliga 2024/2025​.

Conclusão

Abel Moda Volei Superliga Série B

Abel Moda Volei Superliga Série B

As primeiras rodadas da Superliga B foram bastante equilibradas. Em destaque, o Mackenzie venceu o Irati por 3 a 0, mantendo-se invicto, enquanto o Curitiba conquistou uma vitória emocionante sobre o Tijuca, em uma partida decidida no tie-break. Acompanhar essas partidas revela o potencial das equipes e a crescente popularidade da Superliga B entre os fãs de voleibol.

A expectativa para os próximos jogos é alta, com times buscando assegurar uma das vagas para a fase semifinal. A Superliga B 2024/2025 promete ser uma das edições mais emocionantes, com jogos disputados e equipes competitivas.

A Superliga Série B é uma vitrine importante para o voleibol brasileiro, revelando novos talentos e fortalecendo o cenário esportivo nacional. Acompanhar cada partida é uma chance de ver a evolução do voleibol feminino e torcer pelas equipes que desejam alcançar a Superliga A. Não perca as emoções dessa temporada!

Foto da capa: Abel Moda Volei Superliga Série B

Artigo do site: voleifeminino.com.br, clique aqui para acessar a fonte do artigo.

Posted by Volei Feminino in Artigo, 2 comments
Entenda como funciona o sistema de pontuação do Vôlei pela CBV e FIVB

Entenda como funciona o sistema de pontuação do Vôlei pela CBV e FIVB

Entenda como Funciona o Sistema de Pontuação pela CBV e FIVB

Atleta de vôlei Feminino - Sistema de pontuação CBV

O sistema de pontuação adotado pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) segue o padrão internacional estabelecido pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB), que visa proporcionar uma competição equilibrada e premiar tanto o desempenho das equipes vencedoras quanto a resistência das equipes derrotadas nas partidas mais disputadas.

Critérios de Pontuação em Jogos

No sistema da CBV, o número de pontos obtidos por uma equipe após um jogo varia de acordo com o placar final. Isso garante que as equipes que conseguem levar a partida a cinco sets, por exemplo, ainda recebam um ponto mesmo que percam o jogo. Aqui está como funciona:

  • Vitória por 3 sets a 0 ou 3 sets a 1: A equipe vencedora recebe 3 pontos e a equipe derrotada não recebe nenhum ponto.
  • Vitória por 3 sets a 2: A equipe vencedora recebe 2 pontos, enquanto a equipe derrotada recebe 1 ponto.
  • Derrota por 3 sets a 0 ou 3 sets a 1: A equipe derrotada não recebe nenhum ponto.

Esse sistema visa recompensar as equipes que lutam para equilibrar as partidas, mesmo que não consigam sair vitoriosas, além de valorizar vitórias mais contundentes com maior pontuação para os vencedores.

Critérios de Desempate

Atleta de vôlei Feminino - Sistema de pontuação CBV

Em caso de empate na pontuação ao final da fase classificatória, são aplicados critérios adicionais para definir as colocações das equipes. A ordem de desempate é a seguinte:

  1. Número de vitórias: A equipe com o maior número de vitórias assume a posição superior.
  2. Razão de sets: Se persistir o empate, a equipe com a melhor razão entre sets vencidos e sets perdidos ganha vantagem.
  3. Razão de pontos: Caso o empate continue, a razão entre pontos ganhos e perdidos ao longo da competição é levada em conta.
  4. Confronto direto: Se todos os critérios anteriores ainda não resolverem o empate, o resultado do confronto direto entre as equipes envolvidas será utilizado.

Importância do Sistema

Esse sistema incentiva as equipes a batalharem em cada ponto, pois mesmo em uma partida longa e desgastante, há recompensas em jogo. O modelo também nivela a competitividade, permitindo que equipes que conseguem lutar até o quinto set ainda somem pontos preciosos na classificação.

Essas regras garantem que a emoção e a competitividade estejam presentes durante toda a fase de grupos e nas fases eliminatórias, tornando cada jogo importante e imprevisível.

Esse sistema é amplamente utilizado em competições de alto nível, como a Superliga de Vôlei, garantindo partidas disputadas até o último set!

Entender o sistema de pontuação é fundamental para acompanhar os campeonatos de Vôlei, já que isso explica por que algumas equipes mantêm-se competitivas mesmo em jogos apertados e como as colocações são definidas de forma técnica.

Por isso, acompanhe os jogos sabendo que cada set pode fazer a diferença na classificação final!

Artigo do site: voleifeminino.com.br, clique aqui para visitar o site

Posted by Volei Feminino in Artigo, 0 comments